sábado, 10 de agosto de 2013

Contribuição : Rossi

Tecnologia & Educação


Os Chats - uma ferramenta didáctica

As Tecnologias da Informação e da Comunicação têm vindo a provocar uma enorme mudança na Educação, originando novos modos de difusão do conhecimento, de aprendizagem, e, particularmente, novas relações entre professores e alunos.As pesadas enciclopédias foram substituídas pelas enciclopédias digitais, pela consulta de portais académicos e outros locais diversificados. Passamos a utilizar sistemas electrónicos e apresentações coloridas para tornar as aulas mais atractivas e, frequentemente, deixamos de lado o tradicional quadro negro e o giz e passamos directamente para as superfícies e projecções interactivas.

A revolução originada pela Internet possibilita que a informação produzida e disponibilizada em qualquer lugar esteja rapidamente disponível em todo o Mundo, originando uma mudança nas práticas de comunicação e, consequentemente, educacionais, em vários aspectos tais como na leitura, na forma de escrever, na pesquisa e até como instrumento complementar na sala de aula ou como estratégia de divulgar a informação, permitindo tanto o ensino individualizado como o trabalho cooperativo e em grupo entre alunos.
O computador por seu lado vem-se afirmando também pelo interesse que causa nos alunos. Curiosos e entusiasmados para aprenderem a mexer, eles ficam atentos a todo tipo de orientação e novidade relacionada ao computador e a Internet. A informática tem, assim, o poder de entreter mesmo aqueles alunos com dificuldades de comunicação e concentração. Deste modo, educar no mundo de hoje é uma tarefa não só das escolas e universidades, mas também da rede mundial de computadores.


Outra questão a ser considerada, é que neste novo sistema do mundo tecnológico, o professor deixou definitivamente de ser o detentor de todo o saber, para se afirmar como um orientador, um intermediário entre o aluno e os conhecimentos que a Internet pode fornecer.
A passagem do papel do professor de veículo transportador de informação para o de condutor desse mesmo veículo reforça-lhe a importância, se assumirmos a Internet como uma espécie de “território livre”, onde tudo pode ser publicado. O discernimento da qualidade das fontes de informação e a análise da sua fidedignidade são deste modo papéis fundamentais desempenhados pelo professor. A sua participação é crucial para orientar o aluno evitando que ele incorra em erros ou se apoie em informações imprecisas. Para mim, este é um dos mais importantes papéis do professor no contexto actual: oferecer aos alunos orientação para consultas e pesquisas, aproveitando eficazmente as potencialidades da Internet.

Por outro lado o aparecimento de formatos comunicacionais mais apelativos e abrangentes coloca nos pedagogos inquietações constantes no sentido de transportarem para o território educativo - as redes sociais, os fóruns, os chats e toda a diversidade interactiva hoje existente.

É neste contexto que experimentei transformar os chats em ferramenta educacional. Assumindo o papel de orientador e despoletador das pesquisas por parte dos alunos, constatei que os mesmos desenvolveram competências de pesquisa, tornando-se mais autónomos e colaborativos. O procedimento é relativamente simples e disponível a qualquer docente. No fundo trata-se de recorrer a um serviço de Chat, o que se consegue gratuitamente na Internet, e fazer com que o mesmo seja acessível a todos os alunos de uma dada turma. Depois de todos estarem ligados no chat, o docente coloca uma questão temática, os alunos procuram a resposta e respondem igualmente por chat. Deste modo e em sequência cada aluno vai poder responder ao docente e às questões que os colegas tenham sugerido. Pode igualmente comentar as respostas dos colegas, assim como pedir ajuda ou partilhar o encanto/estupefacção pelo que acabou de ler. A possibilidade de “em tempo real” enviar, aos restantes participantes, as ligações para os sítios que visitou permite a troca de pontos de vistas sobre um mesmo assunto. Depois de uma fase de teste em sala de aula, esta metodologia permite que em situações de isolamento, por motivos de saúde ou outros, o aluno possa permanecer em “contacto directo” com os seus colegas de turma.

Contribuição: Diva


fonte: http://gaturro.comApontar e solucionar problemas que ainda não existem é o trabalho diário do estrategista Michell Zappa, sueco que dirige a Envisioning Technology, uma consultoria multinacional especializada em apontar grandes tendências tecnológicas.  Nesta entrevista ele responde sobre o papel do professor em agregar as novas tecnologias na educação.
Segundo ele, a educação é a área que mais tem sido impactada pelas transformações tecnológicas. E não é de hoje, pois foi a Revolução Industrial que deu início à massificação do conceito de um professor para muitos estudantes, fato que passou a gerar “fábricas” de alunos.
Assim, diante das atuais tecnologias disponíveis, o especialista acredita que o processo educacional tem de partir de vez para o aprendizado baseado em um modelo de “muitos para muitos”, fazendo com que o conhecimento dos próprios alunos seja o apoio da aprendizagem de outros estudantes.
Com o crescimento da oferta de cursos on-line, Zappa lembra que já temos plataformas educacionais nacionais e internacionais que oferecem toda a mobilidade e a autonomia dos recursos utilizados na educação a distância. Acompanhe a entrevista!
Universo EAD – Na sua opinião, ainda há barreiras para a efetiva adoção da tecnologia como ferramenta de apoio no atual modelo educacional?
Michell Zappa – Sim. Infelizmente, a falta de conhecimento mantém os custos altos. Por sua vez, o custo alto deixa a tecnologia fora do alcance de quem mais precisa. E ter facilidade com a tecnologia requer o uso de múltiplos dispositivos no decorrer da sua vida, algo impossível considerando o elevado investimento necessário para se adquirir tecnologia no Brasil.
Universo EAD – Qual deverá ser o futuro do modelo educacional que conhecemos com o uso cada vez mais frequente de recursos tecnológicos?
Michell Zappa – Fundamentalmente, a educação passará a ser de aluno para aluno. Para isso, é fundamental criar plataformas que permitem quem conhece sobre um assunto ajudar alguém que precisa de apoio nessa área. Esse modelo já foi comprovado ser eficiente e poderá aliviar grande parte do trabalho do professor.
Universo EAD – Os educadores de hoje já estão preparados para trabalhar com novas tecnologias em salas de aula, diante de alunos cada vez mais conectados?
Michell Zappa – Não importa se já estão preparados ou não. O fato é que precisam estar preparados tecnologicamente para, no mínimo, falar a língua dos estudantes. A dissonância cognitiva causada entre alunos e docentes pelo acréscimo de conteúdo cultural e mudanças de conceitos está em um ritmo cada vez mais veloz e força o professor a acompanhar mais os seus alunos.
Universo EAD – Qual será o papel do educador do futuro?
Michell Zappa – Ao invés de deter o conhecimento, o educador do futuro será o guia que aponta assuntos e matérias que cada aluno deve aprender, o que ele deve ler e fazer. Cada vez mais, os assuntos fundamentais vêm sendo desmembrados e separados. Por isso, é preciso que o educador indique ao aluno o caminho certo, para que ele possa fazer o melhor com seus dons e capacidades. O ensino fundamental será radicalmente redefinido diante de um mundo em que tudo, absolutamente tudo, pode ser aprendido instantaneamente.
Universo EAD –Você acha que o conceito de construção de conhecimento a partir de recursos tecnológicos já é trabalhado de maneira efetiva na formação de educadores?
Michell Zappa – Não. Falta conhecimento detalhado e abrangente por parte dos educadores, mas também faltam compreensão e incentivo fiscal por parte do governo.
Universo EAD – A expansão das tecnologias móveis pode colaborar com a criação de novos processos pedagógicos?
Michell Zappa – Sim. Os videogames, por exemplo, permitem que crianças construam e simulem mundos virtuais onde elas são deuses. Aprender a interagir, planejar e construir em um simulador é infinitamente mais eficiente do que fazer o mesmo com papel e lápis.
Universo EAD – Há carência de profissionais que aliem conhecimentos de tecnologia e de educação?
Michell Zappa – Sim e não. Há muitos profissionais com desejo de melhorar a qualidade e a capacitação tecnológica na educação. Mas há pouco suporte para quem quer implementar tais sugestões em escala. Muitos poderiam atender a essa causa, mas poucos têm tentado.
Universo EAD – Além da área educacional, que outros setores e carreiras podem ser beneficiados pelo crescimento do mercado de tecnologia aplicada à educação?
Michell Zappa – Todos. Educação e melhor compreensão sobre o mundo em que operamos são fundamentais na criação de novos empregos, pensadores e líderes. Sem conhecimento de causa, os profissionais não conseguem criar e inventar soluções melhores para os problemas existentes.
Universo EAD – Você acredita que a tecnologia pode vir a ser uma aliada nos processos de inclusão social, especialmente com a crescente oferta de cursos a distância?
Michell Zappa – Sim. Uma vez que toda informação do mundo se torna acessível e traduzida (em todas as línguas, em tempo real), o potencial educativo cresce explosivamente. Se hoje sofremos de excesso de informação no contexto profissional, o mesmo desafio será enfrentado pelos alunos de amanhã. Os professores precisam se tornar guias de informação e conhecimento.
Universo EAD – Como você vê o atual cenário da educação a distância no mundo? Há tendências de crescimento para essa modalidade?
Michell Zappa – Sim. O mercado cresce rapidamente e existe muita demanda, no mundo todo.
Universo EAD – Ainda há algum tipo de preconceito com relação à modalidade a distância?
Michell Zappa – Sim, mas isso tende a diminuir rapidamente.
Universo EAD – Na sua opinião, quais deverão ser os recursos tecnológicos mais utilizados na educação, em um futuro próximo? Há tendências mais evidentes, relacionadas às modalidades presencial e a distância?
Michell Zappa – Haverá mais conhecimento de telas de todos os tipos. Aprender os fundamentos de computação, comunicação, pesquisa e interação com tablets, por exemplo, será um enorme primeiro passo. Entender as regras que formam o meio é importantíssimo para educar pessoas que farão bom uso desse meio no futuro.
Essa matéria integra o Boletim Universo EAD – ano 9 nº 77.

Contribução: Célia



As tecnologias digitais na educação infantil                                                                                           
A escola com o surgimento dessas novas tecnologias não pode isolar a criança do mundo em que vivem, pois é através da interação e da comunicação que a criança cria situações concretas e imaginárias que contribuem para a construção de elementos próprios de seu contexto cultural.
As crianças que têm acesso as tecnologias, têm uma cultura que não consiste apenas em jogos e brincadeiras, mas também na utilização de meios tecnológicos, os quais lhes proporcionarão desenvolver habilidades e facilidades para resolver problemas e desenvolver projetos educacionais.
A partir disso, é necessário que pessoas a que compõem os setores educacionais saibam explorar esses novos recursos tecnológicos de maneira mais efetiva. pois para o uso dessas tecnologias não basta apenas saber clicar um botão, é preciso profissionais qualificados e bem preparados para que a interação entre tecnologia e aluno (criança) aconteça com eficiência.

Com o decorrer dos anos, observamos a tecnologia ganhar cada vez mais espaço no mundo. O uso dos computadores está presente no nosso cotidiano, ou seja, estão presentes nos supermercados, restaurantes, nas lojas, indústrias, mas infelismente não estão presente nas escolas. Os alunos necessitam dessa ferramenta, que é de grande valia para sua formação educacional, porque vemos a precisão de acompanhar essas evoluções, uma vez que as mesmas são de total importância para o progresso do indivíduo na sociedade.
As novas tecnologias surgiram para expandir e integrar o conhecimento de forma rápida e acessível a todos. Por isso devemos incluir, o computador em todas as aulas para que todos os alunos tenham acesso a essa ferramenta que possibilita a busca de novos conhecimentos. O educador precisa tornar o computador uma parte do ambiente natural da criança, é preciso que se crie novas formas de aprendizado, disseminação do conhecimento e especialmente, novas relações entre professor e aluno.
A internet tem colaborado fortemente para transformações nas áreas educacionais, como na leitura, na forma de escrever, na pesquisa e até como instrumento complementar na sala de aula, ou com estratégias de divulgar a informação.

O computador utilizado na educação infantil, é utilizado para brincar e aprender, além de fazer a criança pensar. Quando a criança usa um software, adequado a sua faixa etária, ela tem que pensar nos caminhos que irá escolher, pois cada escolha a levará para outros desafios, construindo seu próprio conhecimento.

segunda-feira, 5 de agosto de 2013

Contribuição: Ana Paula
Profissionais da educação infantil 
  •  Dos quase 2 milhões de docentes na educação básica, 369 mil trabalham na educação infantil, sendo 97% de mulheres; somente 48,1% possuem nível superior; outros 41,3% têm apenas o nível médio e 10,7% são leigos.[2]

  •  Segundo a Lei de Diretrizes e Bases da Educação, para atuar na educação infantil é preciso ter nível superior em curso de licenciatura, sendo aceito o magistério de nível médio. A lei também garante aos professores da educação infantil os mesmos direitos dos outros docentes da educação básica.

  •  Sobretudo nas creches, persistem cargos com nomenclaturas herdadas da assistência (educador infantil, monitores, recreadores, agentes e auxiliares de creche, pajem, etc.). Com isso, se dispensa a formação exigida na lei e não se paga o piso salarial nacional do magistério.


As dificuldades encontradas são muitas para quem sonha em seguir carreira como professor... Os desafios são grandes mas as recompensas também... 
Contribuição : Sara

                                           Desigualdades na educação infantil
Apenas 18,4% das crianças brasileiras de 0 a 3 anos e 81,3% das crianças de 4 a 6 anos têm acesso à educação infantil. No entanto, recortes de renda, campo e cidade e regiões do Brasil revelam o quanto essa média esconde desigualdades:
  •   20,2% das crianças de 0 a 3 anos que moram na zona urbana frequentam a creche, mas a taxa cai para 8,8% na zona rural. Entre as famílias mais pobres, apenas 11,8% das crianças são atendidas em creches. Já entre as famílias mais ricas, a taxa sobe para 34,9%.
  •   Enquanto na região Sul 24,1% das crianças de 0 a 3 anos frequentam a creche, na região Norte este índice cai para 8,2%.
  •   19,9% das crianças brancas nesta faixa etária têm acesso à creche; entre as crianças negras, o acesso cai para 16,6%.
  •   Entre as crianças de 4 a 6 anos da camada mais rica, 93,6% estão na pré-escola; a taxa cai para 75,2% na camada mais pobre.
  •   83,1% das crianças de 4 a 6 anos da zona urbana frequentam a escola; na zona rural a taxa cai para 73,1%.
Os dados são do Ipea (Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada) com base na Pnad (Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílio) de 2009.
          


 Em relação às desigualdades étnico-raciais, uma pesquisa destaca que a freqüência à educação infantil está relacionada diretamente às condições socioeconômicas das famílias, portanto, são as desigualdades e disparidades entre as mulheres brancas e as mulheres negras que interferem no acesso das crianças nas escolas. Para a superação dos problemas, É de fato construir uma legislação que, de fato, destine um orçamento para a educação infantil, além da obrigatoriedade do ensino nessa etapa, acompanhada pela discussão da qualidade e formação adequada dos profissionais.
        E criar uma parceria comunidade e escola para que os projetos vá pra frente e consiga superar ou amenizar os problemas da escola escola Em relação às desigualdades étnico-raciais, a pesquisadora destaca que a freqüência à educação infantil está relacionada diretamente às condições socioeconômicas das famílias, portanto, são as desigualdades e disparidades entre as mulheres brancas e as mulheres negras que interferem no acesso das crianças. Para a superação dos problemas, Cristina aponta a necessidade de construir uma legislação que, de fato, destine um orçamento para a educação infantil, além da obrigatoriedade do ensino nessa etapa, acompanhada pela discussão da qualidade e formação adequada dos profissionais

A partir desses dados e possível observar o descaso e o ponto critico em que nossa educação se encontra, e chegada hora de tomarmos medidas imediatas de ações geradoras de mudança...



Contribuição : Izabeth Neiva
Educação infantil - Definição do termo.

Educação infantileducação pré-escolar ou educação pré-primária consiste na educação das crianças antes da sua entrada no ensino obrigatório. É ministrada normalmente no período compreendido entre os zero e os seis anos de idade de uma criança. Neste tipo de educação, as crianças são estimuladas - através de atividades lúdicas e jogos - a exercitar as suas capacidades motoras, a fazer descobertas e a iniciar o processo de alfabetização.

Internacionalmente, à educação infantil ou pré-escolar corresponde normalmente o nível 0 definido pela ISCED. Contudo, em alguns sistemas educativos, este tipo de educação pode incluir a que é ministrada a crianças de idade inferior a três anos, portanto a um nível inferior ao do ISCED 0.
A Constituição de 1988 e outras leis definem a educação infantil como a primeira etapa da educação básica, como um direito da criança e de sua família e um dever do Estado. A matrícula na pré-escola será obrigatória a partir de 2016, ou seja, se os responsáveis legais não matricularem as crianças de 4 e 5 de idade na pré-escola e se os administradores públicos não garantirem vagas de qualidade para todos, poderão sofrer punição. Já a matrícula em creche não é obrigatória, mas é um direito da criança e da família, e o poder público deve assegurar o acesso aos interessados.
A educação infantil ou pré-escolar é ministrada em estabelecimentos educativos de vários tipos como berçários, creches, pré-escolas, jardins de infância, infantários ou jardins-escola.

BEM VINDOS !

Olá! Caros amigos e amigas, Meu nome é Alan, Tenho 23 anos e curso o oitavo período de Pedagogia, e foi com o Objetivo de concluir uma proposta de trabalho exigida pela minha Faculdade (Faculdade de Tecnologia e Ciências) na matéria EDUCAÇÃO E NOVAS TECNOLOGIAS que eu em conjunto com meus colegas de curso construímos esta pagina.
 Este blog se destina unica e exclusivamente para discussões e debates acerca da educação, mais propriamente a Educação Infantil.
A contribuição de todos e essencial para o enriquecimento de nossos conhecimentos, a meta principal e fazer promoção da critica do atual quadro do sistema educacional brasileiro.
Todas as criticas construtivas são BEM-VINDAS!
Obrigado!